quarta-feira, 1 de junho de 2011

QUEM PAGA O PATO.


  Nossa esse "quem paga o pato" é antigo, me senti uma jovem senhora que usa constantemente em seu vocabulário coisas que só entende quem já tem uma certa idade.
  Deixando de lado meu olhar antigo e indo direto ao tema que me propus escrever vamos falar do "tal pagar o pato".
  Pra mim quem paga o pato é alguém que aparece em um momento especifico e alivia um peso que você trás consigo, pode ser que para o "pagador do pato" esse momento não seja tão interessante assim.
  Bom o tal "pagador do pato" é a pessoa que ouve muito mais coisas do que precisava ouvir.
  Imagina quantas vezes, ouvimos um monte de coisa ruim de alguém após ter desagradado com um simples gesto ou ato.
  Particularmente quando isso ocorre comigo, respiro fundo e penso "hoje o pato é meu" e sigo meu caminho imaginando se a pessoa em questão se sentiu melhor após meu pagamento.
  Hoje, uma moça de telemarketing pagou meu pato, é claro, que ela merecia ouvir um pouquinho do que eu tinha a dizer, afinal ouvir essas musiquinhas de espera, faz com que até quem tem uma imensa paciência a perca, como não sou uma pessoa dessas, perdi a minha em muito pouco tempo.
  Passada algumas horas que desliguei o telefone me senti tão bem e fiquei com vontade de ligar pra ela de novo, me desculpando e agradecendo, porque atrás de minhas reclamações, estavam meu cansaço, minha vontade de mandar o mundo, ou parte dele pros ares, minha falta de bons lindos motivos pra sorrir, meus últimos dias que estavam com cor pastel, minha vontade de viver algo intensamente, minha vontade de mudar de foco, minha vontade de resolver conflitos internos, minha vontade de ter o dom da palavra, incluindo o que falar, quando e pra quem, minha vontade de agarrar algumas pessoas, de xingar outras, de chorar, de dançar, enfim, por trás da minha quase ira, tinham vários pequenos grandes motivos, e a pobre moça, que simplesmente atendeu minha ligação após 20 insistentes minutos, deve ter se arrependido de ter me atendido.
  Penso que o pato na verdade é a gota da d´agua, e como sempre finjo que está tudo bem, e vou juntando pequenas grandes decepções, desacertos e desalinhos, estou muito propicia a ter uma crise de choro ou de raiva, depois de simplesmente quebrar uma unha.
  Hoje, meu copo derramou, espero que demore bastante pra encher e queria agora, em rede nacional, agradecer a "pagadora do meu pato de hoje" e dizer que também estou aqui, cruzando várias estradas diariamente e me colocando a disposição para auxiliar alguém nesse momento tão importante de pagar o pato.     



quarta-feira, 25 de maio de 2011

BRINCANDO DE SER SINCERA.

  Ando brincando de ser sincera, confesso que não é uma brincadeira tão fácil, ao menos pra mim, tem sido difícil.
  Etimologicamente sinceridade significa lisura de caráter, achei interessante esse significado e pensando por esse lado, realmente a tal lisura de caráter não deve ser algo fácil.
  Descobri, em uma linda noite de sábado as 22 horas, horário em que muita gente estava se preparando para curtir o tão esperado sábadão, eis que descubro juntamente com uma amiga (amigos são sempre pessoas enviadas para nos surtar nos mais variados momentos ou para dizer aquelas duras palavras que tanto nos impulsionam a caminhar), descobri que na prática minhateoria de sinceridade não funcionava.
  Me senti enganada por mim mesma, em vários momentos de nossas vidas fazemos isso, mas juro, que quanto a tal lisura de caráter eu não percebia que ficava me boicotando ou me enganado.
  Descobri  que nem sou tão sincera assim, que não sou tão clara quanto cobro e penso e isso me deixou profundamente preocupada, esse assunto rendeu-me uma boa noite de insônia e descobertas.
  Comecei a listar algumas pessoas em que eu achava que não eram tão sinceras e comecei a pensar em coisas que eu gostaria de dizer a elas, e foi a ai que percebi que eu também nem era tão sincera assim.
  Na manhã seguinte já comecei a colocar a "lisura de carater" como meta para todas as minhas relações, e mais uma vez listei algumas pessoas que eu sentia que precisava iniciar essa brincadeira de ser efetivamente sincera, foi um processo interessante, para alguns íntimos eu indagava estou sendo clara?Você acha que eu me faço entender?Eu parecia ter realmente surtado.
  Agora passado um mês aproximadamente desse meu "surto psicótico", que durou toda uma madrugada, estou colhendo os frutos dessa brincadeira.
  Ainda me é estranho e difícil, falar as coisas sem pudor, sem medo de mostrar as fragilidades,  humildade para admitir erros, e ainda ter a coragem de ouvir o outro também é muito delicado, ainda mais pra mim, que sempre, ou em grande parte dos meus longos anos, saia fazendo as coisas sem olhar para o lado, vivendo sozinha meus relacionamentos, hoje, o respirar, lembrar que existe o outro e que as decisões devem ser tomadas em conjunto, que é necessário respirar e respeitar, tem sido um movimento extremamente gratificante e dolorido.
  Aceitar o modo que o outro pensa, que pode ser diferente do meu, aceitar que o método de resolução das pessoas são diferentes e que alguns desses métodos podem influenciar diretamente você e em determinados momentos é isso, é respirar e aceitar a vontade do outro.
  Ouvi uma frase ontem que fiquei pensando " as vezes a vida é igual elevador, que pára e não adianta a gente se remexer, podemos apenas esperar", pra mim, essa frase faz todo sentido, embora não seja tão simples assim.
  Mas ando tentando obedecer algumas leis do universo e tentando ver qual o momento exato paraandar, para correr e para parar, e esse ultimo tem me sido o mais difícil.
  É isso, as vezes o momento é de esperar, esperar o outro, esperar o momento do outro, avontade do outro, esperar as coisas passarem, esperar o tempo passar.
  Talvez me seja difícil esperar pois tenho medo da ação do tempo, acho ele lindo, mas extremamente perigoso, porque ele tem o dom de levar as coisas, de fazer com que coisas significativas deixem de ter significado, faz lembranças maravilhosas virarem vagas lembranças.
  Ai ai como tem sido difícil essa brincadeira de sinceridade, e o pior é
delimitar o momento exato de brincar, pois não adianta só uma boa fala, mas sim uma boa fala em um bom momento, e essa junção pra mim requer muito esforço, muito respirar e muitoparar.
  Como tendo ser uma pessoa melhor a cada dia, meu desafio do momento é esse, buscar a todo custo e com muita sabedoria essa tal lisura de caráter, eita coisinha difícil meu DEUS.
  Mas vamos lá, continuo nessa empreitada  oras forte, oras fraca , oras cansada, oras irritada, mas continuo até que ela se torne natural em meus dias e que eu possa dizer isso com todas as letras, e que eu possa olhar pra esse "surto de sábado a noite" e ver o quanto ele me foi essencial e o quanto fez diferença em minha vida.

sábado, 21 de maio de 2011

ESTRADAS.

  Desta vez nem vou disfarçar, vou falar de amor simmmm.
  PROCURAR, PARAR, ESPERAR,LUTAR, ACEITAR, quando se pensa em amor, ou no que se projeta do amor, essas palavrinhas não saem da minha mente, é claro que o esquecer e o lembrar também se fazem presentes em meus pensamentos quando lembro da palavra amor.
  É quase uma brincadeira mental como fazia a Xuxa em seu antigo, bem antigo programa, fala-se uma palavra e o outro diz o que lhe vem a cabeça, comigo não é um dialogo e sim um monólogo e não é uma palavra, mas, algumas várias palavras que vem a mente subitamente ao pensar no tal amor.
  "Esse tal amor", ai ai canso-me dele sabia, é claro que só falo isso porque atualmente o tal amor não está presente em minha vida.
  O amor está presente em tudo que eu faço, amo fazer o que o eu amo, amo estar com pessoas que amo, mas não está materializado em uma figura masculina, presente, companheira e incompleta.
  Como essa estrada amorosa é complexa, oras é fácil a caminhada, oras parece que o caminho fica estreito e cheios de obstáculos, fora quando está se aproximando de outra estrada, prestes a se cruzar e por algum motivo do destino ou tempo essa estrada simplesmente desaparece da nossa frente sem ao menos dar explicação, quando é assim, o que fica em nossa estrada?Paixão?Amor?Sabedoria? Aprendizados?Esse último penso que sempre está presente e se não tiver precisamos ir atrás dele.
  Algumas pessoas cruzam nossa estrada por um curto tempo, mas deixam grandes ensinamentos, outras nem sabem quantos ensinamentos deixaram.
  O desafio é entender ou tentar entender o papel da estrada que estamos cruzando e respeitar (essa pra mim com certeza é parte mais difícil) quando seu papel foi encerrado.
  E como entender que a estrada que você cruzou não foi feita para se unir a sua, e que possivelmente já está unida a outra estrada?
  Como deixar uma estrada interessante sair da sua e seguir seu caminho?Deixando ou não elas se vão, talvez o questionamento deveria ser, como prosseguir quando uma estrada interessante segue seu ciclo de vida?
  A cada dia que passa, tenho pensado mais no "quanto é difícil encontrar essa tal metade da laranja", parece que a cada passar dos dias, a cada momento de evolução e amadurecimento, nosso olhar fica mais seletivo e isso faz com que o se sentir "completada" por alguém se faz mais distante ou mais difícil...
  Acredito que temos que nos sentir completos internamente, apenas deixando espaço para uma outra pessoa, compor nosso ser, ou nossa vida, nosso coração, nossos pensamentos.
  Alguns momentos fico pensando que o mais queremos é cumplicidade e companheirismo, parece que todos nós buscamos através do amor esses dois adjetivos, uns exacerbadamente outros mais tranquilamente.
  Sinceramente quero não pensar mais na estrada que em algum momento cruzará a minha, quero caminhar em minha estrada tranquilamente, aproveitando as estradas que cruzarem meu caminho por um dia, por ano ou pela vida toda e ir seguindo, vivendo sem pensar tanto nela e quero agradecer também todas as estradas que cruzaram meu caminho e deixaram um pouquinho de si e muitos ensinamentos que com certeza levarei comigo.
  E continuo aqui, seguindo meu caminho e cuidando da minha estrada...





domingo, 8 de maio de 2011

GRILOS NA GARGANTA

Em algum momento de nossas vidas, sentimos um nó na garganta, não só aquele nó de medo, de choro, de desespero, de susto, um nó de coisas que parecem que não descem por nada nesse mundo.
Aqueles "nós", de coisas que ouvimos e não gostamos, aqueles "nós" de coisas que não falamos.
No meu caso é o ultimo "nó".
Ando sentindo, ultimamente, que todas as palavras que eu não disse em minha vida, se encontraram em minha garganta e estão loucas pra sair, pra sair a qualquer custo e não estou mais sabendo controla-las, nem sei se devia fazer isso.
Sinto como se fossem milhares de grilos presos, loucos pra sair em bando e devorar tudo o que encontram pela frente.
Quando me pego pensando nisso, entro em vários questionamentos, será que o outro deseja ouvir meus grilos?Deseja resolver coisas que eu julgo que devem ser resolvidas?E se isso não acontecer, resolvo mesmo assim?E as palavras que estão loucas pra serem ditas?O que faço com elas?Arrisco a dizer ou arrisco a guarda-las e lá na frente me frustrar por coisas não ditas e não vividas?
Confesso que exagero um pouco nesse "pensar" na vida, mas é fato, morro de medo da vida passar e eu deixar de fazer coisas que me são vitais, esse medo me corrói, tanto que em plenos 20 e poucos anos comecei a rabiscar uma auto-biografia amorosa pra saber se de fato, aproveitei meus anos de juventude.
Ok falando assim, pareço uma jovem senhora de 90 anos, não sou, sou uma jovem mulher de 20 e poucos anos, mas desejo aproveitar todas as coisas que eu julgar importante para esses meus anos.
Outro dia ouvi uma frase que mexeu muito comigo, a frase dizia passei a juventude sonhando o que eu queria ser na velhice e a velhice inteira constantando tudo que eu não fui, não posso nem olhar cinco minutos para essa frase, ela já me faz enlouquecer.
Voltando aos meus grilos, eles estão fazendo uma revolução em mim, principalmente porque passei boa parte da madrugada passada, um sábado por sinal, pensando em coisas que eu cobro e que não sou, como clara por exemplo.
Tenho um lindo discurso de sinceridade e clareza, mas vi que objetivamente não sou tão clara quanto prezo e isso me deu uma vontade imensa, de resolver toda minha vida em um minuto.
De listar pessoa a pessoa que eu fiquei de dizer algo, ou deixei de dizer algo, e ligar uma a uma e dizer, independente do que a pessoa fará com essa informação, mas fiquei com vontade de rever pessoas que não vejo ha anos, ex namorados que nem tenho muito contato, amigos que não fazem mais parte do meu ciclo, paixõezinhas complexas que não estão fora nem completamente dentro de minha vida, mas me deu vontade de ligar e resolver uma a uma, dormir e acordar outra pessoa, sem grilo algum, sem duvida alguma.
Mas dizer, requer ouvir, e estou preparada de fato pra ouvir certas coisas?
Sinceramente não, por isso, tentei acalmar minha ansiedade e listar apenas algumas poucas pessoas pra começar, e tentar assim, treinar a "clareza efetiva".
Espero sinceramente que esses grilos não desaparecam, desejo colocar pra fora, ainda que haja tempo, tudo o que eu desejo, não quero que as pessoas saiam da minha vida sem saberem de algumas coisas, e essa vida onde tudo é possível, onde cada minuto é único, onde tudo pode acontecer, onde cada minuto trás mudanças repentinas e absurdamente grandes, quero aproveitar a ânsia dos grilos e botar pra fora de uma vez por todas, coisas que há tempo tenho guardado bem no fundo do meu eu...



   

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Momento mal-amada

 Lá vai eu escrever alguma coisa de amor.
 Já disse, que se fosse por afinidade, não escreveria nada sobre ele, talvez eu escreva tanto sobre ele exatamente pela falta de afinidade com o mesmo.
 Não quero parecer cética, mesmo porque se tem uma coisa que não sou é isso, acredito muito no amor, mas estou num momento em que desejo operacionaliza-lo, vive-lo, desbrava-lo, senti-lo e não fundamentamenta-lo.
 Enquanto a prática amorosa não vem ou enquanto o amor não vier na prática, me divirto pensando sobre ele e tentando vivencia-lo de alguma maneira.
 Existem momentos fáceis, que a gente se entrega a uma "historinha de brincadeira", a um amor inventado, projetado e ai se diverte, outras vezes parece-nos mais difícil brincar com algo tão gostoso, tão lindo e tão doido, eu diria contraditório.  
 Parece que existem momentos em que fundamentalmente desejamos amar alguém, estar com alguém.
 O Universo foi pensado tendo em vista o amor, tudo que nos rodeia nos remete ao amor, ou ao menos, quando não temos um, conseguimos ver ele em tudo.
 Brinco que quem não ama, não está apaixonado ou não tem um amor seja ele real ou ideal, vivido ou platônico, está a margem, a margem no sentido literal da palavra, está fora, não está incluído.
 Os lugares foram feitos pra casal, e as musicas?Tentei elencar os principais assuntos das musicas, isso sendo bem honesta e eclética, de rock a bossa nova, o assunto é amor, um ex amor, um caso de amor, uma vontade de amar, uma dor de perder, um pé na bunda, meu DEUS me sinto excluída musicalmente falando.
 E as noites de verão?Meu Deus como são belas, parece que a lua e as estrelas estão melancolicamente  posicionadas, e o céu  e o vento de outono, meu Deus, que beleza, que energia boa, sem contar no aconchego do inverno, esse sem, duvida nenhuma é a pior de todas as estações, para quem está solteiro é claro.
 Começo esse texto com o seguinte titulo Momento Mal Amada, no fundo do meu âmago desejo que seja só um momento, mas confesso que ele vem se perpetuando.
Desejo de fato que essa vontade e esse olhar para o amor nunca se acabe e que logo logo eu possa estar aqui, relatando ainda sobre o amor, mas de uma forma mais sentida, vivida, quem sabe assim eu me sinta incluída e que eu passe a ver o mundo sob o maravilhoso olhar dos apaixonados, porém não desejo perder o lado comico e tragico que costumo chamar de lado mal amada.






sábado, 26 de março de 2011

Utopias do amor...

Adoro conversas de buteco, tanto as conversas que rolam na mesa que estou, tanto as conversas de mesas vizinhas.
Não que eu fique ouvindo a conversa alheia, mas tem gente que tem uma boa dicção e bom tom de voz e tem gente que é provida de uma boa audição, o segundo é meu caso.
Gosto também de conversas no ônibus, como são pedagógicas, aprendi muitas coisas nesse espaço, principalmente pela diversidade que encontramos, mas confesso que pretendo deixar logo logo o rol de pessoas que enfrentam o uso de transporte coletivo diariamente, porem, admito que sentirei saudades dessas tantas vidas que se cruzam diariamente.
Voltando ao papo de buteco, como a gente aprende meu Deus.
Não sei se o teor alcoólico presente nesses espaços influenciam muito, só que sei que sai de tudo.
Ontem mesmo foi um desses dias extremamente produtivos e a história que mais me "pegou" foi a de que "amor é utopia".
Não sou expert nesse assunto, muito pelo contrario admito até algumas certas dificuldades com ela, por exemplo a dificuldade de proferir frases que as pessoas falam com tanta facilidade "eu te amo", pra mim é uma frase muito grande, embora seja quase monossilábica, enfim minhas dificuldades a parte, o negocio é que não concordo com o "tal do amor" seja utópico.
Revidei essa informação com uma frase que veio junto com minha ira "Utópico é o amor de Manoel Carlos, ele não sabe o que é amor, aqueles casais lindos, sempre felizes, aquelas mulheres que acordam arrumadas, lindas maquiadas, aquela mesa farta", Manoel Carlos e suas "Helenas" que me desculpem, pra mim o amor é mais real.
O amor é descabelado, é olhar pra alguém enquanto esta dorme e pensar "que coisa linda", é não ligar para os cachos que podem não estar tão arrumados, é dormir e acordar e as vezes ter vontade de matar, é ter brigas, discussões, vontade de afogar e de afagar.
Pra mim esse "tal de amor" é algo que vem pra acabar com todas as nossas teorias pre-estabelecidas de quero um amor assim e assado.
Pra mim é a contradição vivencial de querer viver com alguém que pode ser exatamente ao contrario do que consta no nosso "manual individual do amor".
Pra mim a utopia é pensar que ele não existe.
Utopia é pensar que não há um sentimento tão lindo e tão belo assim.
Utopia é pensar que isso nunca nos atingirá e se isso acontecer meus pêsames pra você.
Triste aqueles que acham tudo isso utopia.
Eu to aqui, acreditando cada dia mais nesse sentimento inexplicável e imensuravel.